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Um Ano de Blog Cafeína

No dia 23 de dezembro de 2016, surgia nosso tão amado Blog Cafeína! Hoje completamos um ano de muitas vivências, aprendizados e emoções. Foram 365 dias de muitas mudanças no Blog e na vida de cada uma de nós.

Tivemos nossos momentos de dúvidas, de tristezas e alegrias, de derrotas e vitórias, de quedas e saltos, mas sempre tivemos ao nosso lado, pessoas muito especiais, que nos deram força, coragem e motivação para que pudéssemos sempre seguir em frente.

Somos feitos de momentos. E quantos momentos especiais pudemos registrar em nossas memórias e corações, quantos vídeos e textos surgiram a partir de vivências através do blog, e por meio de pessoas que conhecemos através dele.

Hoje, olhando para trás e relembrando tudo o que passou, gostaríamos de agradecer a cada um de vocês que nos acompanhou ao longo desse um ano de existência. Que nos enviaram comentários, registraram suas curtidas, que se inscreveram e nos seguiram através das redes sociais, que nos deixaram lindos e emocionantes depoimentos inbox, que ao  nos ver na rua faziam questão de vir nos dar um abraço caloroso, ou que sempre nos enviam dicas e sugestões. GRATIDÃO!

Atingimos muitos números até aqui, mas qualquer relatório com um levantamento sobre nosso crescimento nesse período, cai por terra quando prestamos atenção no que realmente importa pra gente: VOCÊ!

Foi por e para você que criamos o BLOG CAFEÍNA. Nosso intuito sempre foi tocar o SEU coração. Nossa esperança foi de mudar a sua rotina, seu ano, seu dia ou um pouquinho do que estivesse acontecendo na sua vida.

O aniversário é nosso, mas o PARABÉNS é para você que nos acompanhou neste UM ANO!

Gratidão!

Além de agradecer imensamente a cada um de vocês, também gostaríamos de contar com a compreensão de todos, pois resolvemos “dar um tempo” no blog… Calma! Ainda estaremos juntas gravando vídeos para vocês em nosso canal no YouTube. Então se quiserem ficar por dentro de tudo, se inscrevam por lá e não deixem de nos seguir!

Dois grandes beijos!

Francine Pressi e Luana Taís

Dias Ordinários

Nem sempre a inspiração vem. Nem sempre coisas incríveis acontecem na sua vida de uma semana para a outra, que te façam querer escrever um texto inspirador.

Mas os dias comuns também são carregados de histórias. Tem cor, tem peso, tem cheiro e aprendizado. Dias comuns fazem parte do percurso, e embora não registremos lembranças espetaculares desses momentos ordinários, devemos ser capazes de ao final do dia, saber fechar os olhos e agradecer. A final de contas, nós tivemos um dia inteiro de presente em nossas vidas, se não soubemos aproveitar, se procrastinamos e deixamos boas oportunidades passarem em branco, ok.  Mas que fique registrado aqui, somos inteiramente responsáveis pelas escolhas que fazemos ou deixamos de fazer…

Você é o autor da sua história, você é quem dita as regras do jogo nesse templo chamado corpo, nesse espaço chamado casa, nesse intervalo de tempo chamado vida!

Você é o responsável, talvez não por absolutamente tudo o que te acontece, mas é, inevitavelmente, sobre a maneira como você lida com aquilo que te acontece! Se os dias banais já há muito tempo se sobressaem sobre os demais, se isso passou a te incomodar profundamente, então o que você pode fazer para mudar isso?

Não há nada de errado com dias comuns, ter um olhar de gratidão para a simplicidade das coisas pequenas, também é fundamental para uma vida plena e realizada. Mas se você sente falta de grandes acontecimentos na sua vida, de momentos inesquecíveis para relembrar mais tarde, então meu amigo, chegou o momento de arregaçar as mangas e trabalhar para fazer essa mudança acontecer!

Lembre-se sempre disso: Você é o responsável pela sua felicidade!

Francine Pressi

ATENÇÃO! Pare o que está fazendo!

O ano de 2017 trouxe muitas provas para a humanidade. Na verdade, a última década vem trazendo diversas dificuldades que pareceram desabar nestes últimos meses. Mortes trágicas, destruições em massa, corrupção na política, pobreza e desemprego, educação e tratamentos de saúde que regridem, quando deveriam estar progredindo. Fora todos estes problemas da comunidade, ainda fomos obrigados a lidar com problemas na família, no trabalho, nas amizades e no amor. Além disso tudo, ainda houveram muitos problemas internos, como baixa autoestima, fracassos pessoais, medo do desapego, fuga dos fins de ciclos, fuga dos inícios, vontade de fugir de todos, de tudo, do mundo e, infelizmente, milhares de pessoas com tendência ao suicídio. Isso era pra ser apavorante, mas se tornou comum.

As mulheres estão sendo criadas para se sentirem iguais aos homens, com os mesmos estudos, mesmas oportunidades de cursos, a mesma vontade de trabalhar numa grande empresa e conquistar um grande cargo. As mulheres estão sendo criadas para serem independentes, dirigirem sozinhas, e sem medo, à noite, para pagarem suas contas nos bancos, lavarem seus carros ou mandarem lavar, saírem nas festas com as amigas, sem precisar de um homem do lado “só para dizer que está”. As mulheres estão sendo criadas para “conquistarem o mundo”.

Os homens estão sendo criados para serem os melhores em tudo, melhores no trabalho, melhores no grupo de amigos, os que continuam solteiros por mais tempo, os que mais lideram, os que mais demonstram fanatismo por futebol e jogam a “pelada” uma vez por semana, tomam cerveja, fazem churrasco e passam horas no computador. Eles continuam sendo criados para amarem as mulheres. Porém, eles não esperavam amar as mulheres que gostam das mesmas coisas que eles (futebol, cerveja, UFC, uma saidinha à noite, a mesa do bar, um final de semana surfando na praia, outro final de semana grudada nos estudos e nos planejamentos da empresa, pescaria, rally, viagens ou Netflix). As mulheres e os homens gostam das mesmas coisas. Aquela frase “os opostos se atraem” já não ajuda a firmar uma relação. Homens e mulheres não estão mais dispostos a superarem barreiras e serem companheiros para uma vida inteira.

Onde está a culpa disso? Na falta de atenção. Como? Você já tentou parar e PRESTAR ATENÇÃO no que está acontecendo no mundo? Prestou atenção, por, no mínimo, 15 segundos, na sua família? Já prestou atenção no seu amigo que pede conselho, antes de falar “qualquer coisa” pra poder consolar? Você PRESTA ATENÇÃO na pessoa com quem está saindo? Presta atenção em quem ela é, do que ela gosta, no que ela fala? Você prestou atenção nos valores dela? Você prestou atenção na reclamação do seu colega, antes de xingá-lo? Você prestou atenção no sofrimento do cuidador de carros, antes de negar um pão pra ele? Você prestou atenção nos seus pais e disse “eu te amo”, antes da viagem que poderia causar qualquer tipo de acidente que impediria-os de voltarem pra casa? Você prestou atenção na causa que tem levado muitos jovens e adultos ao suicídio? Você prestou atenção quando seu amigo disse que queria se isolar? Você PRESTA ATENÇÃO ao que está ocorrendo na sua rotina, na sua vida, no seu agora?

O mundo mudou. Se você não estiver disposto a prestar atenção e ser mais parceiro do universo, das pessoas e das causas, você ficará estagnado. Não adianta ser o melhor em tudo e não ter as melhores pessoas ao seu lado, aquelas que admiram o seu sorriso, a sua inteligência, o seu abraço confortável, o que acontece dentro da sua casa e não o que sua casa representa aos olhos dos vizinhos. Abra os braços para aceitar o que é do seu merecimento e preste atenção para o que você está, de fato, deixando fazer parte da sua vida! Abrace tudo e todos com atenção!

Luana Taís Nyland

Coisas que aprendemos em 2017

Definitivamente, esse foi o vídeo mais cheio de emoção, mais coração puro, mais sinceridade que gravamos neste ano. Tudo isso porque, nele, conseguimos expressar o que sentimos lembrando de todos os aprendizados dos últimos meses.


O ano de 2017 não foi fácil pra nós e tenho certeza que também foi de muitas dificuldades para muitos. Foi ano de crise, ano de desemprego, ano de muitas mudanças, de muitas amizades que começaram e terminaram de forma drástica, relacionamentos amorosos complicados e frustrados, sonhos que não se realizaram.

Teríamos mil motivos para nos unirmos e reclamarmos de tudo que aconteceu, mas resolvemos fazer o contrário. Paramos para conversar sobre coisas que aprendemos em 2017 com todos os acontecimentos e o que podemos tirar de BOM nisso tudo. É sempre interessante enxergar algo positivo no meio das provas. Concorda?

Esperamos que tenha gostado do vídeo. COMENTE, por favor, sobre o que vocês passou e o que está levando de bom pra 2018!

Luana Taís Nyland

Sou Suficiente

Se eu te perguntar o que é ser vulnerável para você, provavelmente virá algum pensamento sobre fraqueza, fragilidade ou incapacidade, certo? Fomos educados a enxergar a vulnerabilidade como algo “negativo”. Mas sabe de uma coisa?! Hoje revi meu conceito sobre vulnerabilidade, e compreendi onde está um dos meus maiores equívocos na vida, e que tanto tem me gerado frustração!

Compreendi a importância de assumir minha vulnerabilidade para poder me tornar verdadeiramente autêntica na vida!

O ser humano nasce e vive para se conectar com outros seres humanos, mas, se existe uma coisa capaz de desfazer conexões, é a vergonha! A vergonha pode ser vista como o medo da desconexão, e te faz pensar coisas do tipo: “Há algo sobre mim que, se outras pessoas souberem, fará com que eu não mereça conexão?”. E na verdade, todos nós sentimos isso em diversos momentos da vida.

O que sustenta essa ideia de que “não sou boa o suficiente”, “não sou magra o suficiente”, “não sou rica o suficiente”, ou seja lá o que for, é uma vulnerabilidade dilacerante. Para que a conexão aconteça, precisamos nos permitir ser realmente vistos, mas temos medo e vergonha de nos mostrarmos exatamente como somos.

Entendi que a vulnerabilidade, essa que nos deixa envergonhados e com medo, é exatamente a mesma que irá nos proporcionar os melhores momentos de nossas vidas! Aceitar e exibir nossa vulnerabilidade, com a sincera crença de que somos MERECEDORES de amor e pertencimento, faz TODA A DIFERENÇA!

Entendi também que viver abraçando a vulnerabilidade (e não lutando contra ela), é ter CORAGEM de ser imperfeita, é ter compaixão para ser gentil comigo mesma para depois ser com os outros, é estar disposta a abandonar quem pensava que deveria ser a fim de ser quem realmente sou, e que isso sim, é viver de forma autêntica.

A vulnerabilidade não é algo confortável, mas também não é assim tão doloroso. Basta ter DISPONIBILIDADE para dizer eu te amo primeiro, a disponibilidade de fazer algo sem garantias, ou de investir em um relacionamento que pode ou não funcionar…

Vivemos em um mundo vulnerável, e uma maneira que encontramos de lutar contra isso, é anestesiando as nossas vulnerabilidades, nossos sentimentos ruins. Mas o problema é que não temos como anestesiar seletivamente só o que nos desagrada, quando fazemos isso, anestesiamos também as alegrias, a gratidão e a felicidade, e então nos sentimos infelizes, procurando um propósito na vida, e nos sentimos vulneráveis, e isso se torna um ciclo perigoso.

Permitir que sejamos vistos, vistos profundamente, vulneravelmente, amar com o coração, mesmo que não haja garantias, praticar gratidão e alegria nos momentos mais difíceis, apenas parar e ao invés de criar catástrofes mentais sobre o que poderia acontecer, apenas dizer “sou grata por isso”, porque sentir-se vulnerável, significa estarmos vivos!

Entendi a importância de lembrar-me diariamente que: “Sou suficiente”. E mais do que lembrar, é acreditar nisso! Somos todos vulneráveis, imperfeitos e SUFICIENTES!

Francine Pressi

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